Quando eu ensino sobre o
Islamismo, seja no seminário ou em uma igreja, invariavelmente eu recebo perguntas que
começam assim: “O que é um muçulmano”? Minha resposta padrão é
outra pergunta: “Qual muçulmano”?
Imagine alguém fazendo uma
pergunta paralela: “O que um cristão deve pensar em tal e tal?” Bem, que tipo
de cristão? Da Presbiteriana conservadora ou da Batista do Sul? Um liberal
Metodista? Um Pentecostal? Um copta?1 Um membro de uma igreja
plantada em Seattle ou uma igreja batista fundamentalista no sul? Um pastor, um
estudioso ou um leigo? Um americano, um norueguês, um ucraniano, um sírio, um ruandês,
ou um malaio? Tenho certeza de que você compreendeu a questão.
Na realidade, não existe tanta
diversidade no mundo muçulmano como existe no mundo cristão. Assim como não
queremos que os não cristãos não nos classifiquem com “um serve para todas” as
visões do cristianismo, devemos reconhecer e responder adequadamente à
pluralidade de perspectivas, tradições e práticas que existem entre os
muçulmanos contemporâneos. Neste artigo, vamos examinar alguns dos principais pontos
de diversidade encontrados no Islamismo hoje e considerar as implicações de
como nos envolvemos com os muçulmanos.

