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22 de junho de 2016
Humildade Cristã e a definição mundana de humildade
28 de janeiro de 2016
Epistemologia Cristã contra o Relativismo
De acordo com o Relativismo
epistemológico, não existem verdades absolutas e universais, mas todas as
“verdades” são construídas socialmente e dependem de um determinado contexto
histórico-cultural. Michael Foucault dizia que a verdade era apenas uma questão
ideológica de manutenção do poder (Reis, Assis, Cardoso e Borges, 2014).
Não existe a verdade, mas
verdades. A verdade é alguma coisa subjetiva, na mente de quem interpreta um
texto, mas não no texto propriamente. A verdade está na forma como eu a vejo,
mas não objetivamente. O que é verdade para mim pode não ser verdade para outra
pessoa. Por essa razão, ninguém pode reivindicar estar com a verdade
objetivamente. Ela não está em nenhum lugar que não seja na mente do indivíduo.
O pós-modernismo tem sido caracterizado por "uma aversão endêmica pelas
questões da verdade." (Campos, 1997)
2 de dezembro de 2015
O uso das Escrituras na Filosofia (2/2)
O calvinismo, de semelhante modo, também é um
conhecimento não-científico. Entretanto, é mais do que um agregado de
conhecimento que se apoia na expansão do horizonte, vindo a entrar em contato
com diferentes pessoas de tempos em tempos, isto é, a expansão de uma área de
observação – na verdade, é a visão que nos foi passada no lar, ou que talvez
tenhamos adquirido com dificuldade. Não é uma concepção científica, mas uma
visão acerca de Deus, do mundo, da vida, do homem, de nossos semelhantes e
também de nós mesmos.
27 de novembro de 2015
O ministério pastoral está mais estranho do que costumava ser: O desafio do pós-modernismo
Hoje em dia, uma preocupação
comum parece surgir onde quer que os ministros se reúnam: o ministério pastoral
está mais estranho do que costumava ser. Não que o ministério esteja mais
difícil, mais cansativo ou mais exigente... está apenas diferente – e cada vez
mais estranho.
Esse sentimento de estranheza
deve-se à propagação da cultura e da filosofia pós-modernista; provavelmente, o
movimento cultural e intelectual mais importante do atual século XXI. Que
diferença o pós-modernismo tem causado? Para saber, basta olhar para a mídia
moderna, para a cultura popular e para a forma como algumas pessoas arregalam
os olhos, desconcertadas, quando falamos sobre a verdade, o sentido da vida e
moralidade.
Hoje em dia, uma preocupação
comum parece surgir onde quer que os ministros se reúnam: o ministério pastoral
está mais estranho do que costumava ser. Não que o ministério esteja mais
difícil, mais cansativo ou mais exigente... está apenas diferente – e cada vez
mais estranho.
Esse sentimento de estranheza
deve-se à propagação da cultura e da filosofia pós-modernista; provavelmente, o
movimento cultural e intelectual mais importante do atual século XXI. Que
diferença o pós-modernismo tem causado? Para saber, basta olhar para a mídia
moderna, para a cultura popular e para a forma como algumas pessoas arregalam
os olhos, desconcertadas, quando falamos sobre a verdade, o sentido da vida e
moralidade.
23 de novembro de 2015
O uso das Escrituras na Filosofia (1/2)
Publicado em Mededelingen van het Vereniging voor
Calvinistisch Wijsbegeertež Sept. 1953, p. 6-9.
INTRODUÇÃO
O tema mencionado no título
deste artigo não deve ser identificado com o outro acerca da Escritura e filosofia. Naturalmente, este último artigo se encontra aqui pressuposto,
todavia, nosso uso das Escrituras é algo totalmente diferente das Escrituras em
si. Pois as Escrituras são divinas, mas o uso que dela fazemos continua sendo
humano; ao passo que as Escrituras são santas, nosso uso permanece sempre
contaminado pelo pecado. Ora, o uso das Escrituras, portanto, se encontra no
nível da vida humana pecaminosa, envolvida com as Sagradas Escrituras.
9 de novembro de 2015
O Escrituralismo é bíblico?
O Escrituralismo possui uma
epistemologia não-escriturística – ironicamente. Tomemos, por exemplo, esta
definição:
Uma cosmovisão cristã
consistente declara que o ponto de partida epistemológico é o monopólio da
Bíblia sobre a verdade... visto que todo conhecimento necessariamente provém de
proposições (que são ou verdadeiras ou falsas), e dado que os sentidos, na interação
com a criação, não fornecem proposições, a sensação não pode conduzir ao
conhecimento [o artigo na íntegra se encontra aqui]
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